Gente, se for pra fazer after de show, não coloquem no repertório as músicas da banda. É horrível chegar numa festa e ouvir uma música que:
1. Você já ouviu poucas horas antes;
2. Vai apagar a memória da versão ao vivo, linda, que você acabou de escutar;
3. Vai fazer com que você se sinta um completo idiota e todo mundo vai fingir que gosta, só de sacanagem.

Esse aí é o cão da Alanis, roubei do site dela.
Às vezes eu sinto uma certa culpa por fazer tantos títulos em inglês. Nada a ver com aquele movimento escroto MvBrasil, é só uma sensação que será que me dá.
Ah, me diverti pra carilho com o especial do Manhatan Connection que passou no GeNiTal.
[Nota que acabou de chegar na redação, antes do "boa noite"]: eu sou totalmente pacífico (hahaha), mas me dá uma vontade de bater no meu vizinho toda vez que ele começa a gritar com a mulher dele. Sério, porque homem gritando todo nervoso fica um pouquinho pseudo-viado.
E pseudo(s)-viados são medíocres. Vide Marcelo do BBB. Mas o meu vizinho GRIta daQUEle JEIto QUE acenTUA soMENte a SÍlaba TÔnica… só palavrão. A mulher não, ela mantém um ritmo mais suave. O diferencial é que a voz fica toda arranhada. Um dia eu gravo e posto aqui pra vocês.
Agora, todo carioca já reparou no “boa noite” da Leilane Neubarth (adoro esse nome!). Aqui vai uma sugestão BOBA para acabar com o tédio do fim do RJ segunda edição:
“É só isso
Não tem mais jeito
Acabou
Boa noite“
[sobe crédito, leitura labial mode on]
“não tenho o que dizer, são só palavras
e o que eu sinto… não mudará…” DUH!